segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Rumos possíveis dos Sistemas Educativos

Mas como poderão os sistemas Educativos conseguir acompanhar as mudanças constantes da nossa sociedade?


Novos desafios se apresentam para os Sistemas Educativos, estes têm de privilegiar mais a imaginação, criatividade, comunicação, trabalho em equipa… Têm de ser mais flexíveis, ter capacidades de adaptação às mudanças constantes da nossa sociedade, ser proactivos e promover a utilização das tecnologias de informação e comunicação.
As constantes mudanças exigem que haja uma desinstitucionalização da Escola: esta terá de ter uma maior responsabilidade e autonomia na realização dos seus projectos educativos, haverá também a necessidade de uma maior participação e envolvimento de todos os intervenientes.
No entanto, existem alguns factores bloqueadores para estas mudanças: a própria organização dos Sistemas Educativos, a falta de estabilidade de programas e corpos docentes e a escassa participação das famílias.
Para que os sistemas educativos possam inovar é necessário uma mudança nos currículos que são uniformes e descontextualizados e nos equipamentos das escolas que são escassos e, na maior parte das vezes, obsoletos.
Um dos exemplos de inovação são as novas modalidades de aprendizagem como é o caso do b-learning que se assume como uma metodologia mista de aprendizagem que combina o e-learning (sistema de ensino on-line) e o ensino tradicional (sistema de ensino presencial). Neste tipo de ensino, o professor pode acompanhar de forma mais exaustiva o trabalho de cada aluno. As principais vantagens deste tipo de sistema de ensino são: redução de custos com a formação; determinação dos próprios horários; liberdade do local para estudar; definição do ritmo de aprendizagem; flexibilidade de ensino e aprendizagem; maior motivação; elevada interactividade de acesso fácil; actualização imediata e incentivo à formação contínua.

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