Mas como
poderão os sistemas Educativos conseguir acompanhar as mudanças constantes da
nossa sociedade?
Novos
desafios se apresentam para os Sistemas Educativos, estes têm de privilegiar
mais a imaginação, criatividade, comunicação, trabalho em equipa… Têm de ser
mais flexíveis, ter capacidades de adaptação às mudanças constantes da nossa
sociedade, ser proactivos e promover a utilização das tecnologias de informação
e comunicação.
As
constantes mudanças exigem que haja uma desinstitucionalização da Escola: esta
terá de ter uma maior responsabilidade e autonomia na realização dos seus
projectos educativos, haverá também a necessidade de uma maior participação e
envolvimento de todos os intervenientes.
No
entanto, existem alguns factores bloqueadores para estas mudanças: a própria
organização dos Sistemas Educativos, a falta de estabilidade de programas e
corpos docentes e a escassa participação das famílias.
Para que os sistemas educativos possam inovar é
necessário uma mudança nos currículos que são uniformes e descontextualizados e
nos equipamentos das escolas que são escassos e, na maior parte das vezes,
obsoletos.
Um dos exemplos de inovação são as novas
modalidades de aprendizagem como é o caso do b-learning que se assume como uma
metodologia mista de aprendizagem que combina o e-learning (sistema de ensino
on-line) e o ensino tradicional (sistema de ensino presencial). Neste tipo de
ensino, o professor pode acompanhar de forma mais exaustiva o trabalho de cada
aluno. As principais vantagens deste tipo de sistema de ensino são: redução de
custos com a formação; determinação dos próprios horários; liberdade do local
para estudar; definição do ritmo de aprendizagem; flexibilidade de ensino e
aprendizagem; maior motivação; elevada interactividade de acesso fácil;
actualização imediata e incentivo à formação contínua.

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